O desafio da salsicha

janeiro 28, 2009

De certo ponto de vista, pode até parecer fácil adotar uma alimentação kasher, ou seja, de acordo com as recomendações do Eterno na Torah. Só parar de comer certas coisas, como carne de porco, frutos do mar, etc. Bom, digo que só parece, porque não é tão fácil. Não pelo costume, porque parar de comer certas coisas não foi problema nenhum. O problema é outro, e para que entendam melhor, vou citar o exemplo da salsicha. A salsicha comum é feita a partir da mistura de carnes bovinas e suínas. Tá, podem dizer, ai é fácil, é só consumir salsichas de aves (frango, chester, etc), existem várias no mercado. Mas ai eu digo, do que adianta a salsicha não conter carne de porco, mas conter uma substância corante extraída de milhões de insetos esmagados, a cochonilha.

COCHONILHA: Nome comum aos insetos homópteros da família dos Coccídeos, também chamados piolhos-dos-vegetais. As fêmeas e as formas jovens são ápteras e vivem permanentemente sugando seiva vegetal de numerosas plantas, constituindo-se em verdadeiras pragas. Algumas espécies são úteis por serem produtoras de substâncias que o homem aproveita em suas indústrias, como o corante chamado carmim e a goma-laca. 2 Corante vermelho que consiste nos corpos secados das fêmeas da cochinilha e é obtido em várias graduações, de prateado a preto, conforme o modo de matar os insetos, quer com calor seco, quer com água fervente. Era usado outrora como mordente de lã e para tingir alimentos; hoje, como corante biológico e indicador em química. (DICMAXI Michaelis)

Pois bem, este inseto também é impuro para o consumo como alimento, e é ai que temos a dificuldade, pois o famoso corante carmim de cochonilha esta em praticamente todo tipo de alimento. Na última vez que fiz compras, encontrei o carmim como corante de todas as marcas de salsicha de aves que olhei. E não só salsicha, o carmim também é usado para dar cor em lingüiças, lasanhas, sorvetes, bolachas, salgadinhos e tantos outros tipos de alimentos que uma lista não caberia em uma página. Então, não basta o alimento não conter porco, é importante olhar cada embalagem para identificar entre os ingredientes substâncias impuras, como a cochonilha. Isso sem contar as lasanhas de vegetais ou aves que utilizam bacon e outras partes do porco em sua composição. Como eu disse, não é fácil.


Quando há os que morrem, mas não os que matam

janeiro 28, 2009

Muito bem. Vocês querem ver como são as coisas? Leiam o que vai abaixo:

“CIDADE DE GAZA – Um soldado israelense e um civil palestino foram mortos nesta terça-feira, 27, em confrontos na região da fronteira com a Faixa de Gaza. Segundo canais árabes de notícias, o militar foi morto quando sua patrulha foi atingida por uma bomba lançada por militantes. Após o incidente, um palestino foi atingido por disparos israelenses nas proximidades do ataque. Estes é o primeiro soldado israelense morto desde o início do cessar-fogo anunciado em 18 de janeiro entre Israel e o Hamas. O episódio ainda acontece às vésperas da primeira visita ao Oriente Médio de George Mitchell, enviado para a região do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Segundo o novo presidente, Mitchell perseguirá a paz de forma “vigorosa e consistente”.

É o primeiro parágrafo de um texto do Estadão On Line, que reproduz notícia das agências internacionais.

Observem que, segundo o que vai acima, a escaramuça matou um de cada lado. Com empate de mortos, parece, todos se conformam. Mas o que interessa na notícia acima? Justamente o que não aparece como notícia: O HAMAS VIOLOU A TRÉGUA. Sim, eis a notícia, eis o lead, eis o título — se o Hamas não tivesse, de fato, penetrado no coração do jornalismo isento. É violação de trégua. Como sempre e como de hábito. O título dado pelo Estadão On Line é muito interessante: “Soldado israelense morre em explosão na fronteira de Gaza”. Como se vê, quando soldado israelense morre, parece que ninguém o mata. Sujeitos que matam, no fato e na gramática, só aparecem quando são sujeitos israelenses…

Num outro texto, também com base na informação das agências, as coisas melhoram muito no que diz respeito à verdade. Leiam:


“CAIRO – No dia em que milícias palestinas quebraram o cessar-fogo matando um soldado de Israel, que reagiu com um ataque aéreo, autoridades egípcias propuseram um acordo de trégua permanente entre a facção Hamas e Israel na Faixa de Gaza a partir de 5 de fevereiro, informou a agência oficial de notícias Mena. A proposta foi apresentada durante uma reunião nesta manhã entre o chefe dos serviços secretos egípcios, Omar Suleiman, e uma delegação da Frente Popular para a Libertação da Palestina, liderada por Maher al Taher, membro do escritório político desta facção.”

As coisas melhoraram bem. Fala-se da quebra do cessar-fogo, e já há, ao menos o que morre e o que mata. Mas, de novo, observo que o objeto da notícia não é a provocação palestina, que surge apenas como um dado do contexto.

E não é assim só aqui, não. É uma tendência da imprensa ocidental, que tem hoje seus mocinhos e seus vilões. Os humanistas do Hamas estão do lado dos mocinhos…

Por Reinaldo Azevedo


Vítimas cenográficas

janeiro 26, 2009

Um médico do Hospital de Shifa na Cidade de Gaza contesta o número de palestinos que dizem terem sido mortos durante a campanha. “É possível que o número de mortos em Gaza seja de 500 ou no máximo de 600, principalmente de jovens entre as idades de 17 a 23 anos e que foram recrutados pelo Hamas – que os enviaram para as suas mortes” ele afirmou.

O “morto vivo”, assinalado na foto, se prepara para “ morrer” diante dos fotógrafos.

O “morto vivo”, assinalado na foto, se prepara para “ morrer” diante dos fotógrafos.

O médico de Gaza também foi citado por afirmar: “Talvez fosse como o de Jenin em 2002. No começo eles falaram de aproximadamente 1.500 mortos e na realidade foram 54 – dos quais 45 eram militantes”. Ele se referia a batalha do IDF contra as forças palestinas na Cisjordânia que ocorreram na Operação “Defensive Shield” ocorrida no auge da segunda intifada. O Comandante do IDF da Divisão de Gaza na quinta-feira chamou de ‘monstruosa’ e ‘desumana’ a utilização pelo Hamas de mulheres e crianças durante a ofensiva em Gaza. O Brig. Gen. Eyal Eisenberg informou que civis foram utilizados pelo Hamas para transportarem armas aos combatentes durante a ofensiva. Ele também acusou o grupo militante islâmico de colocarem armadilhas com bombas em muitas das casas dos civis. “Famílias inteiras em Gaza viveram em cima de pilhas de explosivos durante meses sem saber” Eisenberg disse. O oficial afirmou que apesar de conclamações internacionais para investigações sobre supostos crimes de guerra, os soldados das Forças de Defesa de Israel – IDF sempre se conduziram dentro dos princípios morais durante as lutas em Gaza.

Postado em vitimasdegaza.blogspot.com


O QUE VOCÊ NÃO LERÁ NA IMPRENSA HUMANISTA OCIDENTAL

janeiro 24, 2009

Não será notícia nos jornais ocidentais. Procurei no sites noticiosos, e nada! Afinal, como sabemos, as “agências”, em matéria de Oriente Médio, só acreditam nas fontes do Hamas. Mas está lá, noticiado pelo Jerusalem Post. Tão logo Israel começou a deixar a Faixa de Gaza, os heróis dos Hamas cercaram seus adversários do Fatah — ou o que restou deles — seqüestraram-nos e os transferiram para escolas e hospitais, transformados em centros de interrogatório e tortura. Acusação: eles teriam atuado como espiões de Israel.

Uma fonte do Fatah em Ramallah, na Cisjordânia, afirmou que cerca de 100 de seus militantes foram mortos ou feridos pelo Hamas. Um representante da corrente em Gaza disse que pelos menos 80 de seus companheiros foram punidos com tiro nas pernas ou fratura nas mãos. “O que está acontecendo em Gaza é um novo massacre, protagonizado pelo Hamas contra o Fatah. Onde estavam esses covardes quando as forças israelenses estavam aqui?”

Segundo os militantes do Fatah, muitos de seus homens estão sendo capturados enquanto prestam assistência à população que enterra os mortos da guerra. Outros levam tiros nas pernas apenas por sorrir em público, o que é interpretado como satisfação pela ação israelense em Gaza. Em suma, o Hamas se impõe aos próprios palestinos por meio da tortura, da bala nas pernas, da fratura de membros e, claro, da morte. E não se vai ouvir um pio a respeito.

Parece que, na antiga ordem mundial, da qual muitos falam com saudade, quando “eles” lá se torturam entre eles, isso não tinha grande importância — desde que, do lado de cá, pudéssemos fazer vigorosos discursos de paz.

“Bem, Reinaldo, melhor do que intervenção e guerra, né? Talvez eles produzam menos cadáveres entre si, numa coisa, assim, bem lá deles”. É, talvez… Mas não me venham, então, falar em nome de alguma superioridade humanista. Quanto ao Hamas, ademais, cumpre lembrar. Eles matam com gosto e requintes de crueldade o seu próprio povo, é verdade. Mas eles querem mesmo é acabar com Israel. Se não acabam porque não podem, não quer dizer que não queiram e não se mobilizem pra isso.

Ficarei aqui aguardando os protestos das entidades de defesa dos direitos humanos e dos representantes da ONU em Gaza contra o massacre de palestinos do Fatah promovido pelos palestinos do Hamas. Creio que não virão. A razão é simples: a ONU, em Gaza, é parceira dos terroristas. O dia hoje é particularmente interessante para dar essa notícia. Há quem queira que o terrorismo só existe porque falta diálogo.

A realidade mostrará que não. Até lá, muita lágrima e muita babaquice vão rolar debaixo da ponte das fantasias.

Reinaldo Azevedo


ATO POR ISRAEL E PELA PAZ REÚNE 4 MIL PESSOAS EM SP

janeiro 22, 2009

Ato por Israel

Ato por Israel

Entidades judaicas organizaram, com o apoio de outras comunidades religiosas, evento na capital paulista. LEIA MAIS…


Hamas usa o Yahoo para ameaçar Israel

janeiro 19, 2009

Algumas pessoas dizendo serem ligadas ao Hamas entraram ontem em vários dos principais grupos de Judaísmo no Yahoo, e no Torah Viva inclusive. Fizeram diversas ameaças a Israel, citando o Corão como fonte de “profecias” sobre uma pretensa destruição de Israel.

Prometeram em breve um banho de sangue. Claro que é fácil ter bravata na Internet, e também não podemos de fato afirmar que tais pessoas sejam de fato ligadas ao Hamas.

Mesmo assim, solicito aos membros que intensifiquem a oração de vocês pelo estado de Israel neste momento.

Sha’ul Bentsion

Fonte: Grupo Torah Viva


Assine a petição para as Nações Unidas

janeiro 16, 2009

Para: Nações Unidas

Caros membros das Nações Unidas, pediram para vocês fazerem uma resolução condenando a ação de Israel. Se esta resolução passar, vocês estarão condendo o direito de todos os países de viver em paz e proteger seus cidadãos e fronteiras contra ataques terroristas. Desde o estabelecimento de Israel, o país está sob ataque daqueles que querem destruí-lo. Bombas colocadas em casas e ônibus, homens-bomba suicidas matando crianças, mulheres, homens, tanto judeus como árabes sem discriminação, tudo isso acontecendo há anos, mas o mundo continua silencioso. Nos últimos 8 anos, mísseis estão explodindo no sul de Israel, matando civis e destruindo propriedades. Finalmente, Israel decidiu que “Basta!” e decidiu parar a organização terrorista Hamas de causar mais danos. E o mundo explodiu com acusações, o mesmo mundo que ficou quieto quando terroristas tentaram fazer o pior deles para destruir o Estado de Israel. Por favor entendam, que Israel quer a paz, a guerra não é o jeito judaico. Nós queremos criar nossas crianças, ir para o trabalho, ir para escolas e ter certeza que quando nossas crianças sairem da escola, ele ou ela irá voltar para casa.Caros membros das Nações Unidas, por favor apoie os esforços de Israel para parar os ataques terroristas em sua terra e contra seu povo. Por favor avisem o Hamas, Hezbolá e outros como eles que vocês não serão coniventes com os crimes que eles estão cometendo.

Sineceramente,

Os abaixo-assinados

Para assinar acesse http://www.petitiononline.com/Israel09/ e clique no botão “Click Here to Sign Petition”. No primeiro campo inclua seu nome, no segundo campo seu email e opcionalmente inclua comentários no terceiro campo. Clique no botão “Preview Your Signature” e depois clique no botão “Approve Signature”.


Mudar as palavras

janeiro 14, 2009

João Pereira Coutinho (Folha de S.Paulo/Blog Reinaldo Azevedo)

Israel está novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a “ensinar” os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz. Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.

Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.

Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.

Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.

Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.

Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.

É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.

Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos “dois Estados”. O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?

Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.

Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.

Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.

Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.

Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para “riscar o Brasil do mapa”.

Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está “Brasil”, leiam “Israel”. Onde está “Uruguai”, leiam “Gaza”. Onde está “Argentina”, leiam “Irã”. Onde está “América Latina”, leiam “Oriente Médio”. E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.


Mesquita ou depósito de armas?!

janeiro 14, 2009

Vídeo divulgado hoje, feito pelo exército de Israel na Faixa de Gaza, revela como os terroristas do Hamas usam as mesquitas de Gaza. Lugar on tradicionalmente deveria ser usado para o culto, mas ao invés, disso é usado como depósito de armas e área de operação de onde os terroristas lançam mísseis.


Hamas coloca explosivos em escola

janeiro 14, 2009


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